ELIANE HAAS

ELIANE HAAS

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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

TEMPOS QUE COBRAM SENSATEZ

Todas as pessoas com sensibilidade para perceber o que está acontecendo no planeta Terra, independente das suas convicções religiosas ou linhas espirituais, são unânimes em reconhecer que não há a quem culpar e que nos encontramos num irrevogável momento de transição para um novo paradigma de convívio na nossa humanidade.

Alguns ainda se inflamam em discussões políticas inúteis, rancores e simpatias por gente que não conhecem, disputas infindáveis, fidelidade a ideologias de fachada que não fazem a menor diferença e não oferecem resultados concretos. Enquanto isso, tempo e energia se perdem com animosidades, certezas absolutas e tomadas de partido que tangem a aparência externa, como se disso dependesse a sua sobrevivência.

Não enxergam que a sua verdadeira sobrevivência – não aquela vinculada a sua identidade civil atual, mas a espiritual  – está sendo colocada à prova, a cada instante.

Enquanto alguns bem intencionados procuram chamar atenção, falando em “amor”, é preciso observar que não se trata aqui de forçar afetos ou se sair distribuindo beijos e afagos, indiscriminadamente. Já é suficiente desejar respeitosamente que cada Ser seja bem sucedido naquilo que se propôs vir fazer na Terra e que se saia vitorioso na sua missão de vida.

Trata-se simplesmente da capacidade de se sentir pertencente e compartilhando a mesma situação de gravidade sobre a qual a nossa Mãe Terra, há bastante tempo, vem sinalizando e tentando nos advertir.

Já que conselhos e todo tipo de instrução, vindos das mais diversas fontes e linhagens, foram ignorados, agora estamos nos defrontando com o Mal à serviço do Bem.

Quanto mais tempo demorarmos a compreender que é inexorável que se encerre a época da ganância e do egoísmo, mais longa será a crise e maiores serão os danos - principalmente aqueles que mais doem nos corações empedernidos, ricos ou pobres: as perdas financeiras. Que sejam respeitadas as divergências e se encerre a época das animosidades, da raiva incontida e das suposições que envenenam o discernimento e nos conferem a errônea convicção de que somos detentores da verdade.

O momento é de “deixar ir” tudo o que nos incomoda, mesmo sabendo da dificuldade dessa atitude, perante absurdos e injustiças que ocorrem a todo instante.

Todas essas energias negativas envenenam o coração, colocando-nos em sintonia com as vibrações mais densas do planeta. As mesmas que se encontram efervescendo naquele plano vibracional inferior, onde tomou forma esse vírus Covid, sem importar de que forma isso ocorreu.

Que cada um seja exortado a não entrar nessa sintonia, examinar bem no fundo da sua intimidade, onde ninguém penetra - a sua própria existência, sua trajetória até aqui, num balanço sobre a sua contribuição em contrapartida de tudo o que recebeu da dádiva da Vida, até o presente.

Urge a hora de se trabalhar a si próprio, largando de vez as situações sobre as quais não se tem a menor ingerência e são apenas uma distração que alimenta um insaciável vício.





Quem, por conta de uma natureza explosiva, constantemente se vê refém de situações de confusão, deve estar atento e procurar, infatigavelmente, manter-se alheio a elas.

Quando respondemos a provocações, estamos, por afinidade, nos alinhando e retroalimentando vibrações violentas e agressivas.

Uma psicosfera conturbada e destrutiva só plasma situações que popularmente se chama “azar”. Essa negatividade acaba se assenhorando da nossa existência e se entranhando de tal forma que - o que é mais grave - perdura no pós-morte, pois o que construímos no presente é o que estamos plasmando para o futuro.

Isso é Física. Não é crendice.

É preciso manter a vigilância para, quando nos sentimos provocados e inclinados ao revide, imediatamente desviarmos a atenção para pensamentos construtivos, reminiscências alegres, situações leves.

Esta é a tática infalível que, com a prática, nos abrirá um mundo novo de paz e bonança que, cada vez mais, se sedimentará na nossa vida.

Estaremos, cada vez mais, imunes a ataques que só nos dão a sensação de derrota e em nada de positivo contribuem para a nossa existência.

Isso é Física. Não é “milagre”. Ou melhor, é um milagre que está ao nosso alcance realizar por e para nós mesmos. Por amor e respeito ao Ser Divino que em nós habita e nos proporcionou a Vida para vivermos. Em paz e dignidade.

Ninguém disse que é fácil. Mas é possível.

 


quinta-feira, 1 de outubro de 2020

CRISE É OPORTUNIDADE

Bem sabemos como somos constantemente bombardeados com intenções, principalmente subliminares, de nos influenciar para o desentendimento, a confusão que nos embota o discernimento, o cultivo de emoções nocivas que nos assolam e facilmente descambam para o desânimo, o rancor e a violência. Cabe a nós, manter a sanidade emocional para não contribuir para tumultos que embotam a clareza dos objetivos justos e igualitários que, certamente a maioria de nós, deseja para a nossa humanidade.

Se por um lado estamos - todos os que se alinham com a Luz, o Amor e a Paz - trabalhando com o firme propósito da implantação de uma Nova Terra, as ondas de alta frequência emanadas pelas Hierarquias estão entrando em choque com toda a grosseria densa dos sentimentos egoístas, gananciosos, manipuladores, exclusivamente materialistas que até agora dominaram, fazendo com que se levantem em fúria para manter domínio sobre o terreno conquistado.

Os artífices da construção da Nova Terra aqui estão e só aguardam a nossa adesão firme para que nossa Mãe Natureza e todos os seus Reinos, se libertem dessa disputa de força e se paute por novos parâmetros, onde essas misérias que sempre regeram a ordem mundial, sejam supera

Todas as pessoas com sensibilidade para perceber o que está acontecendo no planeta Terra, independente das suas convicções religiosas ou linhas espirituais, são unânimes em reconhecer que não há a quem culpar e que nos encontramos num irrevogável momento de transição para um novo paradigma de convívio na nossa humanidade.

Alguns ainda se inflamam em discussões inúteis, rancores e simpatias por gente que não conhecem, disputas infindáveis, enquanto tempo e energia se perdem com animosidades e tomadas de partido que tangem a aparência externa, como se disso dependesse a sua sobrevivência.

 

Não enxergam que a sua verdadeira sobrevivência – não aquela vinculada a sua identidade civil atual – está sendo colocada à prova, a cada instante.

Enquanto alguns bem intencionados procuram chamar atenção, falando em “amor”, é preciso observar que não se trata aqui de forçar afetos ou se sair distribuindo beijos e afagos, indiscriminadamente. Já é suficiente desejar respeitosamente que cada Ser seja bem sucedido naquilo que se propôs vir fazer na Terra e que se saia vitorioso na sua missão de vida.

 

Trata-se simplesmente da capacidade de se sentir pertencente e compartilhando a mesma situação de gravidade sobre a qual a nossa Mãe Terra, há bastante tempo, vem tentando nos advertir.

Já que conselhos e todo tipo de instrução, vindos das mais diversas fontes e linhagens, foram ignorados, agora estamos nos defrontando com o Mal à serviço do Bem.

Quanto mais tempo demorarmos a compreender que é inexorável que se encerre a época da ganância e do egoísmo, mais longa será a crise e maiores serão os danos - principalmente aqueles que mais doem nos corações empedernidos, ricos ou pobres: as perdas financeiras. Que sejam respeitadas as divergências e se encerre a época das animosidades, da raiva incontida e das suposições que envenenam o discernimento e nos conferem a errônea convicção de que somos detentores da verdade.

 

O momento é de “deixar ir” tudo o que nos incomoda, mesmo sabendo da dificuldade dessa atitude, perante absurdos e injustiças que ocorrem a todo instante.

Todas essas energias negativas envenenam o coração, colocando-nos em sintonia com as vibrações mais densas do planeta. As mesmas que se encontram efervescendo naquele plano vibracional inferior, onde tomou forma esse vírus.

Que cada um seja exortado a não entrar nessa sintonia, examinar bem no fundo da sua intimidade, onde ninguém penetra - a sua própria existência, sua trajetória até aqui, num balanço sobre a sua contribuição em contrapartida de tudo o que recebeu da dádiva da Vida, até o presente.

Urge a hora de se trabalhar a si próprio, largando de vez as situações sobre as quais não se tem a menor ingerência e são apenas uma distração que alimenta um insaciável vício.

 

Num momento de crise global que veio igualar as pessoas da forma como filosofias e teorias sócio-políticas jamais conseguiram, é imaturo e pernicioso criar e divulgar teorias conspiratórias, responsabilizando e apontando uns e outros, esperando uma “solução” ou resultado que deles venha. Agora nos defrontamos com numa situação onde não só a vida e a saúde são ameaçadas, mas principalmente o que mais nos dói: a segurança financeira e ilimitada prosperidade que sempre tem sido o pivô dos conflitos na Terra.

Profissionais do meio esotérico, mas sem Linhagem Espiritual, se comprazem em difundir a dúvida que conduz ao medo. Acima de qualquer poder terreno que determine o que quer que seja sobre a Terra, há sim, um Poder Absoluto que tudo comanda, porém desde os planos suprafísicos, concedendo e retirando poderes ilusórios/transitórios, sempre respeitando o livre-arbítrio que, é preciso reconhecer, foi quem determinou, como consequência, a situação em que nos encontramos. É a esse Poder das Sagradas Hierarquias que nos inclinamos e agradecemos o aprendizado que nos traz a oportunidade de uma efetiva mudança de paradigma para a espécie humana.

Elocubrações sobre responsabilizar terceiros ou como evitar essa situação que agora se mostra irreversível, não levam a qualquer resultado construtivo. A única conclusão que nos interessa é que tudo está certo e é como deve ser, naturalmente tomando todas as precauções cabíveis, pois é nosso dever honrar e preservar a Vida.





Crise é oportunidade de mudança. Oportunidade de meditar repensando a própria trajetória na Terra, assumindo responsabilidades e buscando no Interior Eterno da nossa Consciência - que é o único “lugar” onde podemos encontrar o necessário equilíbrio - o entendimento do que é e o que está por vir.