ÁGUIA DOURADA

ÁGUIA  DOURADA

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

A MARAVILHA DO REIKI

Reiki é uma palavra bastante familiar a todos que, de alguma forma, se envolvem com as medicinas da Era de Aquário. No entanto, poucos conhecem o seu verdadeiro significado e área de atuação.

O Reiki é a Energia Criativa que permeia o Universo , no Céu e na Terra, canalizada e transmitida através de uma técnica específica, com a finalidade de restaurar o equilíbrio físico, mental, emocional e espiritual.
A percepção dessa energia poderosa começou praticamente nos primórdios da humanidade, quando o ser humano colocava, instintivamente, a mão sobre as partes afetadas do seu corpo ou de outras pessoas, com a intenção de aliviar uma dor ou um mal.
Com o nome Reiki e da forma sistematizada como conhecemos, esta técnica teve início no final do séc.XIX.



Mikao Usui (nascido no Japão em 1865) viveu como monge num templo de Budismo Tendai e era versado em diversas técnicas de saúde holísticas.
Estudando Kiko ( aversão japonesa da chinesa Chi Kung),
Usui percebeu que nessas práticas de cura o doador acabava desvitalizado. Então estudou chinês e sânscrito, consultou antigos manuscritos budistas e prosseguiu seus estudos nas áreas da medicina, da psicologia e da espiritualidade, percorrendo não só o Japão como a China e a Europa.
Em 1914 Usui retirou-se no Monte Kurama, Japão, submetendo-se a rituais de iniciação. Durante 21 dias jejuou e meditou.  Na madrugada do vigésimo primeiro dia viu um intenso foco de Luz vindo em sua direção. Ao ser envolvido pela Luz, Mikao Usui iluminou-se  (iluminação é um processo que resulta na expansão de todos os centros energéticos do corpo, propiciando acesso direto a Infinita Sabedoria Universal) e sistematizou a forma correta de se utilizar a energia vital  (ki) sem, com isso, desvitalizar-se.
Saindo do corpo físico, viu bolhas coloridas, contendo cada uma os símbolos sagrados do Reiki.Teve acesso a sua utilização, com instruções e conhecimento específico de cada um.
Em 1922 Fundou em Tóquio a Usui Reiki Ryoho Gakkai, com a finalidade de iniciar pessoas, capacitando-as como canal na transmissão da sua técnica, com as respectivas ferramentas e símbolos sagrados.
Todo reikiano é iniciado por um mestre cuja linhagem deve ser honrada e respeitada. Assim o conhecimento é passado e praticado, de mestre para mestre – por sua vez portador da energia da tradição. As linhagens do Reiki compreendem a sequencia de mestres na história dessa transmissão iniciática de conhecimento, mas todas elas conduzem ao seu fundador, Mikao Usui.

O Reiki tornou-se reconhecido quando, por ocasião de um grande terremoto, Usui e seus discípulos aplicaram a técnica, socorrendo centenas de pessoas. Como forma de gratidão, Usui foi condecorado pela família imperial e o Reiki obteve destaque na sociedade japonesa. Mestra Hawoyo foi quem trouxe a técnica para o ocidente, à contragosto das elites japonesas, que desejavam que o Reiki se restringisse ao Japão.
Hoje o Reiki é reconhecido mundialmente e aplicado em vários hospitais - dentre eles o Hospital Sarah Kubitscheck em Brasília.

Não está associado a religião e seus benefícios podem ser usufruídos independente de qualquer tipo de  crença ou nenhuma. A energia está na Natureza e flui sempre, não necessitando da fé de alguém para se manifestar. No entanto, é polarizada segundo as necessidades de quem recebe.



Colocando suas mãos sobre determinadas partes do corpo, o transmissor faz fluir a Energia, removendo bloqueios e restabelecendo o fluxo natural de Energia Vital que desperta o potencial de saúde existente em todos nós.
Não é uma forma de cura alternativa e tampouco tem a pretensão de substitui a medicina. É apenas preventiva e auxiliar no restabelecimento das energias de manutenção da saúde. 
A tradição oriental é focada na saúde e não na doença. Terapeuta não é quem extirpa a doença, mas quem impede que ela se manifeste.


quarta-feira, 24 de julho de 2013

O LADO PESSOAL E SUAS CONCLUSÕES

Retomando os anteriormente mencionados Quatro Compromissos Toltecas, podemos abordar o segundo (Não leve as coisas para o lado pessoal) e o terceiro (Não tire conclusões) simultâneamente, pois, observando atentamente, verificaremos que se complementam.

Nossas conclusões acerca de opiniões e atitudes alheias decorrem quase sempre da nossa própria perspectiva e a sensação de aparente segurança que certezas pessoais e absolutas nos conferem.
Apontar causas e justificativas nos dá sensação de segurança. É interessante notar que até a Ciência se tranquiliza procedendo desta forma, quando lança teorias absurdas para questões que absolutamente não consegue explicar, simplesmente para não admitir que ignora a resposta.
O fato de “levar as coisas para o lado pessoal” tem também a ver com a insegurança egocêntrica que sempre acaba nos colocando no centro dos acontecimentos – sejam positivos ou negativos.
Na maioria das situações nós nos superestimamos ou subestimamos , sem coragem de olhar imparcialmente para avaliar com neutralidade. É difícil manter a neutralidade, pois nossas suposições precisam nos apoiar sempre, para que estejamos cem por cento certos - enquanto o outro está forçosamente errado.
Mesmo quando fazem algo diretamente contra nós, na verdade estão espelhando seus próprios traumas, frustrações e raivas. Aliás, poderiam espelhar contra qualquer outra pessoa, segundo a oportunidade.
Isso não é nosso problema. É do outro.

Sentir-se magoado significa que se permitiu a outra pessoa expor e tocar nas nossas feridas. Se isso nos afeta, é um sinal de medo desse confronto com a nossa intimidade mais profunda - e o medo enfraquece e tolhe a liberdade.

Toda vez que nos sentimos ofendidos, ou pior ainda, necessitamos nos defender ou revidamos, estamos perdendo e concedendo energia a outra pessoa. A perda de energia é o pior desequilíbrio que podemos provocar em nós mesmos.
As forças negativas geradas pelo medo e que se desdobram na ganância, na agressão, na raiva, no egoísmo, na mesquinharia e na inveja sobrecarregam a psique das pessoas e elas descarregam em quem se atravessar no seu caminho.






Compreender a fraqueza que gerou um, velado ou não, a nós direcionado ataque, não significa endossar, mas passar por cima para não disperdiçar a nossa energia mental, tão valiosa e difícil de se re-harmonizar.
É importante desapegar do fato que nos ofende, “deixar ir” para que não formemos uma densa barreira que obstrua - a nós - a conexão com a Infinita Mente Universal, fonte da Vida, do bem-estar, da saúde, da felicidade, da Luz Cósmica. Seguir em frente, cuidando para estar cada vez mais afinado com essa conexão, ao invés de ter razão ou sair vencedor em disputas, é que deveria contar prioritàriamente para todo buscador desta Luz.