ÁGUIA DOURADA

ÁGUIA  DOURADA

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domingo, 25 de setembro de 2011

PROFECIAS & ASCENSÃO PLANETÁRIA

Diante da divulgação de inúmeras profecias apocalípticas e as evidentes transformações geológicas e ecológicas que vem ocorrendo no nosso planeta, seguidamente nos chegam questionamentos sobre o que teríamos a dizer sobre este momento de transição e o nosso futuro. Muitos interpretam esses sinais como uma catástrofe global e até possível extinção da civilização na Terra.

Gaia realmente está destinada a galgar um patamar superior na sua evolução e Toda Ascensão requer transformação.
Aproximadamente 10% da humanidade, ( ou seja, cerca de 6,7 bilhões de seres humanos encarnados ) está – consciente ou inconscientemente - comprometida com esse Projeto de Ascensão Planetária. Muitos já estão aqui para organizar e administrar uma Nova Consciência rumo ao patamar acima da terceira dimensão. Alguns com a tarefa de guiar e auxiliar nas calamidades e posteriormente reconstruir sobre as catástrofes que se sucedem. Alguns ocuparão posições de proeminente liderança, enquanto outros exercerão tarefas humildes, mas não menos importantes na missão de semear e expandir a Luz no nosso planeta. Certo é que todos serão faróis de sabedoria e lucidez, sem fanatismo dogmático, sempre influenciando através do exemplo de vida e do comportamento equilibrado, solidário e firme.
Embora, superficialmente, a situação política, econômica, ecológica e social pareça totalmente entregue as forças involutivas, um novo paradigma de união já germina sob a carcaça do que, inevitavelmente, vai desabar.
Brota um mundo acima da freqüência tridimensional que moldou o medo da finitude e a ganância selvagem. Um mundo construído por uma humanidade iqualitária, idealista e solidária. Amorosa ?, muito se fala em amor mas poucos sabem do que se trata. Este seria um tema para outra ocasião. O tão exaltado amor vem gerando mal entendidos capazes de provocar crimes, violência e guerras nos últimos 2000 anos em que tanto dele se falou.

O acréscimo no número de ciclones, raios, terremotos, furacões e tempestades, não se trata de “castigo” divino – como alguns simploriamente interpretam. A magnitude dos desígnios Divinos no âmbito cósmico está bem além dos nossos destinos individuais.

Cada um desses fenômenos – sob o nosso ponto de vista, catástrofe - tem a ver simplesmente com as mudanças no corpo de Gaia e são instrumentos da sua Ascensão. Tem a ver com a distribuição de energia e com o mecanismo de aquecimento global.

A emissão de gases poluentes produzindo o efeito estufa, de fato acelera o aquecimento, mas este, na verdade, ocorreria invariavelmente, pois faz parte do Projeto de Ascensão da Terra.

Sua causa provem do interior do planeta e é decorrente do aumento da velocidade de rotação do seu eixo interior.

A rotação da Terra está mais acelerada. Isso está provocando um atrito intenso entre o manto, a crosta e as camadas de magma do seu interior, elevando a temperatura do ferro que compõe o eixo central. A pressão da sua massa é que produz o aquecimento de toda a superfície, alterando as águas e nos ares, assim como o movimento das placas tectônicas.

Esse atrito é que está provocando o aquecimento, provocando também o derretimento das calotas polares, alterando as correntes e, por conseguinte, a atmosfera. Como parte do processo de Transição do planeta, é óbvio que nada poderia evitá-lo ou impedi-lo.

Então, com o derretimento das geleiras, o nível das águas vai subir, o número de terremotos e furacões não diminuirá e muitas alterações nos continentes acontecerão, fazendo desaparecer porções de terra e empurrando outras para a superfície. O derretimento é apenas um dos aspectos da grande complexidade desta Operação em curso, se levarmos em consideração também os códigos de freqüência e o campo magnético da estrutura cristalina do gelo das calotas.

Outros aspectos ligados a esse Projeto de Ascensão são a reversão dos pólos magnéticos e a inclinação do eixo da Terra. Cabe ressaltar que as reversões polares ocorrem no Sol, na Lua e não será a primeira vez que ocorrerá na Terra. Já a alteração na inclinação axial, atualmente de 23,8º, será provavelmente decorrente do derretimento, influindo na distribuição de peso entre as massas de água dos oceanos e da terra firme dos atuais continentes.

Embora muitos profetas, videntes e canalizadores fixem datas, como e exatamente quando, tudo isso se manifestará, ninguém sabe.

Ter a pretensão de conhecer os desígnios do Grande Mistério seria insensatez vaidosa.

Quando se profetiza a partir de um ponto específico do tempo-espaço o potencial de realização submete-se a um fluxo mutante. Por isso seria impossível fazer previsões na linha do tempo, quando tangem a esfera Cósmica.

Cabe a cada um procurar cumprir a sua parte, confiando sem medo, com tranqüilidade e entrega total, ciente de que está à serviço da Consciência Planetária e seu Projeto, ocorra ele de forma tranqüila a pouco afetar nossos destinos individuais ou atingindo proporção catastrófica global.

A forma como tudo se sucederá, dependerá do quociente de Luz e nível vibratório.

Acima de tudo, não podemos esquecer que:

- nossa importância no planeta não é mais relevante do que a de outras espécies. Não somos o centro da Criação e, muito menos, a razão de ser do planeta Terra. Nossa recente presença aqui é circunstancial na existência de um corpo celeste de mais de 4 bilhões de anos, que, aliás, já abrigou outras espécies, hoje extintas.

- e, principalmente, que nada ocorre sem planejamento e determinação das Sagradas Hierarquias Terrestre e Galáctica.

domingo, 18 de setembro de 2011

A AYAHUASCA NO CÉU DA ÁGUIA DOURADA

Segundo os ensinamentos iniciáticos das antigas tradições, nossa missão na Terra é, vivenciando a dualidade, evoluir, aprender, buscar a Luz onde toda a Vida teve origem. Passar pela experiência da encarnação em matéria buscando o conhecimento Maior, desvendando um pedacinho do Grande Mistério Cósmico onde estamos inseridos e admitindo a plena soberania do Eu Divino, que é a nossa essência.

Descobrir como o amor é a vibração de toda a Emanação Divina e o verdadeiro Conhecimento, a chave fundamental da evolução.

A beleza e a força das culturas ancestrais das Américas, vivendo em contato estreito e reverente com a consciência da Natureza, criaram Mestres Xamânicos que desenvolveram um profundo entendimento e aprenderam a trabalhar com o conhecimento das plantas, seus dons e limitações, com os Reinos das Quatro Direções e seus elementais. Assim, criaram um sistema próprio de evolução espiritual e suas civilizações passaram pelas fases naturais do desenvolvimento, apogeu e declínio, desintegradas pelos colonizadores europeus.

Como as línguas nativas não possuíam escrita, o conhecimento baseava-se na oralidade.

À medida em que as etnias iam sendo dizimadas ou conquistadas por meio da guerra, eram forçadas a assimilar os costumes e dogmas coloniais europeus. A maior parte do saber ancestral foi diluído ou sincretizado, uma vez que os remanescentes foram obrigados a adotar a doutrina cristã e acabaram finalmente absorvidos pela cultura industrial.

Uma nova mentalidade foi implantada. Uma mentalidade que trouxe benefícios tecnológicos, mas embotou a sensibilidade, a intuição e a espiritualidade.

No presente momento de despertar da Terra e resgate dos legados ancestrais em todo o planeta, (res)-surge um Neo Xamanismo, destinado a restaurar esses elementos perdidos de sabedoria e conhecimento.

Hoje, num contexto diferente, chegamos a um ponto onde essa ancestralidade valorosa pode ser honrada – por quem assim o desejar e estiver em sintonia com esse chamado – pois alguns dos Guardiões desta Medicina Sagrada caminham novamente pela superfície do planeta, encarnados nas mais diversas nações.

Na contramão das doutrinas religiosas formais, é um presente da Mãe Natureza, oferecendo a chave para a jornada Interior do auto-conhecimento e do êxtase, em conexão direta com o Divino, rumo à ascensão.

Seguindo esta linha, a finalidade das Jornadas no Céu da Águia Dourada com a Planta de Poder Ayahuasca, é romper filtros criados pelo inconsciente, tornando consciente, através de trabalho sistemático, grande parte dos nossos conflitos e aspectos reprimidos no decorrer desta ou de encarnações anteriores.

As chamadas Plantas Mestras são capazes de acelerar vivências e expandir nosso foco de consciência, tornando possível vislumbrar nossa Verdade mais íntima através de lentes multidimensionais. Esse acesso é possível quando as direcionamos no propósito de aquietar a mente consciente e iluminar as sombras corrosivas do que guardamos bem escondido no nosso íntimo - e nos recusamos a admitir ou enxergar.

Na conexão com o Divino não adotamos crenças dogmáticas, pois estamos convictos de que sectarismos maniqueístas fazem parte de um paradigma obsoleto que causou muitas dores à humanidade. Para esta mentalidade não haverá lugar dentro da espiritualidade universalista e cósmica da Nova Era.

No entanto, não há como ignorar no Céu da Águia Dourada a presença evidente e efetiva da egrégora que nos sustenta e ilumina, ligada à Hierarquia Dévica. Ela é encabeçada pelas primeiras energias inteligentes que comandam a Natureza do nosso Planeta, desde muito antes dele abrigar seres humanos. Essas energias, conhecidas e cultuadas em várias culturas no decorrer dos nossos quase 300 000 anos, foram, na era atual, identificadas pela cultura africana yorubá e denominadas “Orixás”.

O trabalho com a Ayahuasca, conforme o concebemos, é o processo mais eficiente para quem busca, através do Divino dentro de si, o acesso aos mundos interiores e também às dimensões mais elevadas do que os limites tridimensionais da nossa atual existência.

No entanto, cabe a ressalva de que o uso das Plantas Sagradas - como todas as medicinas na infinita diversidade do nosso Planeta - não é adequado a todas as pessoas, dependendo de uma afinidade física, psíquica e espiritual.

É um caminho para corajosos e responsáveis que se empenham em emprestar um sentido maior as suas existências, através do aprimoramento individual em termos de aprendizado e evolução, para ter uma missão cumprida a apresentar quando seu tempo aqui na Escola Terra se “esgotar”.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

ALIMENTAÇÃO VIVA - controvérsias

Uma das mais populares tendências junto aqueles que pretendem uma maior qualidade de alimentação é o Crudivorismo – a dieta composta exclusivamente de frutas, folhas, raízes e grãos crus, na convicção de que o fogo mata os nutrientes e que o corpo humano só estaria verdadeiramente adaptado a consumir os alimentos da forma como a natureza os fornece – assim como o fazem os animais.

Se, por um lado, a chamada “alimentação viva”, ou seja, de alimentos não-cozidos, vem conquistando cada vez mais adeptos, esta inovação vem suscitando controvérsias, inclusive do antropólogo Richard Wrangham, professor da Universidade de Harvard.
Ele sustenta que o hábito de cozinhar os alimentos remonta a 1,8 milhão de anos, época em que o homo erectus surgiu na África, e que graças justamente a esse hábito, pudemos nos tornar “humanos”. Segundo ele, no cozimento dos alimentos reside o segredo da nossa evolução.
Analisando os cardápios dos esquimós do norte do Canadá, dos kalahari africanos e dos aborígenes australianos, concluiu que não há registros de povos que tenham uma dieta inteiramente crua. O cozimento da refeição esquimó do final do dia foi objeto de estudo na Universidade de Oxford e a conclusão foi que viver de uma dieta inteiramente crua resultaria na perda de peso e deficiência crônica de energia.
Alimentos cozidos são digeridos mais facilmente , já que o organismo gasta menos energia para quebrar suas moléculas. Estudos sobre o amido cozido presente na aveia, no trigo, nas batatas e no pão, revelaram que 95% dele é digerido pelo corpo humano, enquanto que no cru a taxa cai pela metade.
Pesquisas do Dr. Wrangham junto a grupos crudívoros demonstraram que a proporção de alimentos crus diminui o índice de massa (relação entre peso e altura de uma pessoa), indicando talvez que os alimentos crus não proporcionem a quantidade suficiente de calorias para manter um corpo saudável.
Um estudo realizado com 513 pessoas, na Alemanha, comprovou que, além de perderem em média 10 kg quando passavam da dieta cozida para a crua, quase um terço das pessoas apresentava deficiência crônica de energia. 50% das mulheres pararam de menstruar e os homens apresentaram disfunções sexuais – o que, se não alterar objetivos pessoais, pode ser comprometedor para a manutenção da própria espécie humana.
Segundo o mito grego, o fogo nos foi concedido por Prometeus, após roubá-lo de Zeus.
Não há consenso sobre a data exata em que os humanos começaram a controlar o fogo, mas certa é a sua sacralidade atávica, em todas as civilizações da Terra, quando guardiões cuidavam para que não se extinguisse.
Presente dos deuses ou não, significou a maior conquista da humanidade, passo decisivo na nossa sobrevivência e evolução. Graças a ele os primeiros hominídeos puderam se defender de predadores e manter o calor necessário para a preservação da vida, além de forjar instrumentos para extensão da mão, que permitiram o desenvolvimento da agricultura e possibilitaram todo o avanço tecnológico que nos preservou a vida e nos transformou no que somos: criadores e destruidores.
O cozimento dos alimentos por parte dos nossos ancestrais, alem de conservá-los por mais tempo ( numa situação difícil e incerta, em que a comida não se encontrava à disposição nos supermercados ) também matava parasitas e outras bactérias que poderiam ser nocivas. Vale ressaltar também que sem a fervura da água, certamente não teríamos sobrevivido.
O cozimento tornou a digestão mais fácil, diminuindo também o tamanho dos maxilares, estômagos e intestinos.
Além disso, tudo indica que o cozimento estaria diretamente ligado ao desenvolvimento do neocórtex próprio do homo sapiens sapiens. Segundo Wrangham, a alimentação cozida produziu crescimento na caixa craniana dos habilinos (um tipo de símio) e esse fator teria também levado ao aparecimento do homo erectus – nosso antecessor -, com o aumento do cérebro em cerca de 40%. Devido a dieta cozida, o cérebro teria crescido de 870 cm³ até a caixa craniana atual, de aproximadamente 1 400 cm³.
Então, a arte, a filosofia e toda a contribuição científica e tecnológica que nos tornaram o que somos, só foram possíveis devido a esse crescimento de massa cerebral, decorrente da dieta cozida.
A questão está lançada e o debate está aberto.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

FACE À CRISE : 4 PRINCÍPIOS E 4 VIRTUDES - Leonardo Boff

Meu sentimento do mundo me diz que quatro princípios e quatro virtudes serão capazes de garantir um futuro bom para a Terra e à vida. Aqui apenas os enuncio sem poder aprofundá-los, coisa que fiz em várias publicações nos últimos anos.
A frase de Einstein goza de plena atualidade: “o pensamento que criou a crise não pode ser o mesmo que vai superá-la”.
É tarde demais para fazer só reformas. Estas não mudam o pensamento. Precisamos partir de outro, fundado em princípios e valores que possam sustentar um novo ensaio civilizatório. Ou então temos que aceitar um caminho que nos leva a um precipício. Os dinossauros já o percorreram.
Meu sentimento do mundo me diz que quatro princípios e quatro virtudes serão capazes de garantir um futuro bom para a Terra e à vida. Aqui apenas os enuncio sem poder aprofundá-los, coisa que fiz em várias publicações nos últimos anos.
O primeiro é o cuidado.
É uma relação de não agressão e de amor à Terra e a qualquer outro ser. O cuidado se opõe à dominação que caracterizou o velho paradigma. O cuidado regenera as feridas passadas e evita as futuras. Ele retarda a força irrefreável da entropia e permite que tudo possa viver e perdurar mais. Para os orientais o equivalente ao cuidado é a compaixão; por ela nunca se deixa o outro que sofre abandonado, mas se caminha, se solidariza e se alegra com ele.
O segundo é o respeito.
Cada ser possui um valor intrínseco, independetemente de seu uso humano. Expressa alguma potencialidade do universo, tem algo a nos revelar e merece exisitir e viver. O respeito reconhece e acolhe o outro como outro e se propõe a conviver pacificamente com ele. Ético é respeitar ilimitadamene tudo o que existe e vive.
O terceiro é a responsabilidade universal.

Por ela, o ser humano e a sociedade se dão conta das consequências benéficas ou funestas de suas ações. Ambos precisam cuidar da qualidade das relações com os outros e com a natureza para que não seja hostil mas amigável à vida. Com os meios de destruição já construidos, a humanidade pode, por falta de responsabilidade, se autoeliminar e danificar a biosfera.
O quarto princípio é a cooperação incondicional.

A lei universal da evolução não é a competição com a vitória do mais forte mas a interdependência de todos com todos. Todos cooperam entre si para coevoluir e para assegurar a biodiversidade. Foi pela cooperação de uns com os outros que nossos ancestrais se tornaram humanos. O mercado globalizado se rege pela mais rígida competição, sem espaço para a cooperação. Por isso, campeiam o individualismo e o egoismo que subjazem à crise atual e que impediram até agora qualquer consenso possível face às mudanças climáticas.
Os quatro princípios devem vir acolitados por quatro virtudes, imprescindíveis para a consolidação da nova ordem :
A primeira é a hospitalidade.
Virtude primacial, segundo Kant, para a república mundial. Todos tem o direito de serem acolhidos o que correspode ao dever de acolher os outros. Esta virtude será fundamental face ao fluxo dos povos e aos milhões de refugiados climáticos que surgirão nos próximos anos. Não deve haver, como há, extra-comunitários.
A segunda é a convivência com os diferentes.
A globalização do experimento homem não anula as diferenças culturais com as quais devemos aprender a conviver, a trocar, a nos complementar e a nos enriquecer com os intercâmbios mútuos.
A terceira é a tolerância.
Nem todos os valores e costumes culturais são convergentes e de fácil aceitação. Dai impõe-se a tolerância ativa de reconhecer o direito do outro de existir como diferente e garantir-lhe sua plena expressão.
A quarta é a comensalidade.
Todos os seres humanos devem ter acesso solidário e suficiente aos meios de vida e à seguridade alimentar. Devem poder sentir-se membros da mesma família que comem e bebem juntos. Mais que a nutrição necessária, trata-se de um rito de confraternização.
Todos os esforços serão em vão se a Rio+20 de 2012 se limitar à discussão apenas de medidas práticas para mitigar o aquecimento global, sem discutir outros princípios e valores que podem gerar um consenso mínimo entre todos e assim conferir sustentabilidade à nossa civilização. Caso contrário, a crise continuará sua corrosão até se transformar num tragédia. Temos meios e ciência para isso.

Só nos faltam vontade e amor à vida, à nossa, e a de nossos filhos e netos. Que o Espírito que preside à história, não nos falte.