ELIANE HAAS

ELIANE HAAS

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sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

A VOLTA DO MESTRE JESUS

Há aproximadamente dois mil anos registrou-se o nascimento do Mestre Jesus na Terra, difundindo ensinamentos que, embora durante todo esse período tenham mobilizado o mundo ocidental, na prática foram muito pouco assimilados e raramente praticados. Mesmo aqueles que se tem declarado seus seguidores, encontram muita dificuldade em comprovar essa adesão através de atitudes adequadas.

Do ponto de vista da Terra, Cristo é uma Consciência que exprime a essência de todas as Leis Universais, sob o ponto de vista da evolução cósmica. O Mestre Jesus encorporou essa essência Crística experimindo a manifestação do Segundo Raio, Que é Amor Sabedoria. Como tal, não tem como voltar, já que sempre esteve presente, exercendo a função de Instrutor do Mundo.

O Instrutor do Mundo se encontra no ápice da Grande Fraternidade Branca, que é integrada por uma Hierarquia de Seres das diversas linhagens de outros planos que conosco coabitam na Terra. Os membros dessa Hierarquia tem a função principal de coordenar o Projeto Terra, desde que o nosso planeta se tornou capaz de abrigar a Vida, sempre obedecendo as Leis da Fonte Criadora dessa galáxia. As primeiras dentre essas elevadíssimas Inteligências foram provenientes de outros orbes.
A Grande Fraternidade Branca supervisiona tudo que ocorre na Terra e sustenta todas as transformações para que se cumpra o Plano Divino, inclusive no Reino Humano, que é um dos vários sob sua responsabilidade.

Nos círculos das Hierarquias Superiores extra e intraterrenas, assim como nas ordens esotéricas ligadas ao Projeto da Nova Terra, o Mestre Jesus é reconhecido e denominado Sananda.
Sananda é o principal canal por onde a Energia Crística Universal flui diretamente para o nosso pequenino Planeta Terra, dentro do periférico Sistema Solar no braço de Órion. Essa Entidade não se restringe a nossa galáxia e é, por sua vez, Regente da Hierarquia planetária e chefe de Conselhos, grupos de Consciências que trabalham criando modelos e executando para que os Planos Evolutivos sejam concretizados.
Tanto Cristo como Sananda são muito mais do que indivíduos. Já o Mestre Jesus foi um humano em evolução que, já na sua encarnação terrena, passou a expressar essas energias dentro dos limites possíveis para um corpo físico. A essência de Cristo, Sananda e Jesus é a mesma.
Por mais que se tente definir, o grau de compreensão sobre essas Entidades depende da abertura de consciência de cada um.
O Mestre Jesus, conhecido como o Cristo encarnado - embora não tenha sido o único, foi o último de que se tem notícia. Tem, com seus ensinamentos absolutamente sublimes e originais, impulsionado a nossa humanidade no desenvolvimento da alma.
Sua influência no ocidente foi avassaladora e imposta através de meios quase sempre violentos e aqueles que se tem declarado seus seguidores encontram muita dificuldade em testificar essa adesão através de atitudes coerentes com a Filosofia do Mestre.

Fomos colocados a encarnar na Terra com a finalidade de ir paulatinamente aprendendo, mesmo que tropeçando e caindo em decorrência dos nossos próprios erros, atraídos pela densidade de uma psicosfera pesada onde medos, dores, os encantos da matéria, dificultam a superação de dificuldades emocionais e nos enredam num labirinto de ilusões. Embora nosso momento histórico pareça demonstrar o contrário, a verdade é que, em termos qualitativos, vai-se delineando pouco a pouco o caminho do destino inevitável dessa humanidade, que é nos elevarmos até a consciência Cristica.
Revendo a História dos últimos dois mil anos, parece que os ensinamentos do Mestre Jesus nos foram entregues prematuramente, mas como o tempo cósmico não é linear, ainda que considerando altos e baixos e o caos espiritual imperante à partir do séc.XX, já vemos o despontar do florescer das suas sementes.
Assim, mesmo que fosse o caso, Ele não precisaria “voltar”. Independente de manuscritos adulterados, censurados ou deturpados, podemos recorrer à essência dos Seus ensinamentos, ancorada nos nossos corações. Basta mantermos conexão através da vigilância constante, dia e noite, na vigília e no sono, para (re-)afirmar, não verbalmente mas com atitudes, a não-violência. Abrir mão de disputas ou de tomar partido delas. Nunca revidar, mas deixar ir – o que já seria um passo na direção do perdão. Obviamente, que não se confunda com permissividade no nosso âmbito pessoal.
Quem trabalha a sua elevação espiritual, tem essa meta como prioritária na sua vida.
Fala-se muito em Amor, mas podemos começar abrindo mão do egoísmo, exercendo a solidariedade generosa, sem pa-/maternalismo, mas se colocando no lugar do outro. Abandonar partidarismos, reconhecendo o livre-arbítrio alheio, não “torcer por” e nunca justificar assassinatos.
Sobretudo, não se apaixonar por ideologias ou se envolver com política e seus interesses escusos, pois além de ter ideais mais concretos com que se ocupar, sabe que esse Mundo não se encontra à deriva. Da humanidade, sempre houve Quem cuide e tudo acontece como deve ser, pois ninguém é vítima. Todos somos responsáveis pelos eventos globais.
Quando a sensação de desamparo e dúvida ocorrer, temos a Natureza de exuberante beleza e perfeição da qual somos parte, a nos conectar com o Divino. Quando a Fé fraqueja, basta olhar para a grandeza do Cosmos para nos sentirmos acolhidos, seguros, plenos e eternos.
Essas são minhas modestas reflexões sobre como se manter ao largo da distração de forças involutivas e se empenhar para receber e manter cada vez mais vivo no cerne da profundeza da alma, a “volta” do Cristo. Tornar-se uma, cada vez mais iluminada, partícula de Luz que contribuirá para a formação da massa crítica para o advento da Nova Terra.

terça-feira, 19 de setembro de 2023

ESPIRITUALIDADE PARA QUE ?

A busca por respostas sobre a sua origem e a finalidade da sua existência aqui na Terra tem instigado e intrigado o Ser humano desde sempre, levando-o a uma conexão estreita com a Natureza e com fenômenos que não conseguia explicar. Disso e de uma tentativa de regulamentação da convivência humana, nasceram as religiões.

Embora o progresso científico e tecnológico tenha levado a humanidade a uma onda de ateísmo, ainda hoje são muitos os que buscam nas religiões formais, com seus dogmas e regras morais, um consolo para o desconhecimento daquelas questões fundamentais – e isso lhes basta.
No entanto, já no final do séc.XX a insatisfação interna perante o progresso material e o interesse crescente por enigmas que a ciência e a religião não conseguem explicar, levou a popularização de filosofias e práticas meditativas orientais, estudos na área do esoterismo e da magia, do xamanismo, das tradições ancestrais.

O número de pessoas que se eleva acima do patamar e não se satisfaz com a crença religiosa, inclusive mudando radicalmente a sua forma de ver o mundo, é cada vez maior.
Independente dos caminhos escolhidos pela afinidade pessoal, essa busca se resume numa sede pela união com a Consciência Suprema do Sagrado dentro de si. Essa Consciência cósmica se chama Espiritualidade.

Perante a transitoriedade/finitude da vida, esse buscador já não se contenta com o engessamento de doutrinas incompatíveis com a liberdade necessária ao Ser que deseja se assumir responsável pela sua trajetória na Terra e de mediadores cujos maus exemplos só atestam avidez de domínio e manipulação.

A Espiritualidade estabelece a conexão com as dimensões do mundo interno das nossas Mentes Superiores, norteia e ancora os nossos valores, na convicção de uma existência perene a partir de uma perspectiva não-racional.
Essa conexão soberana e individual é que consegue moldar de forma positiva nossa interação no cotidiano, tornando esse nosso breve viver uma experiência positiva, gratificante e bem-sucedida.
Então já se vê que a Espiritualidade é um eixo capaz de organizar de forma sistêmica todas essas dimensões dos diversos aspectos da nossa vida. A dimensão maior que dá significado a todas as outras.
Assim, mesmo valorizando na vida prática conhecimentos úteis adquiridos através da educação, nos dedicamos a cultivar os atributos não condicionados à temporalidade, pois estes são uma aquisição real que jamais se perderá.



No nosso caso pessoal, a Espiritualidade tem se manifestado através do aprendizado resultante de estados alterados de consciência através da Ayahuasca. Não antes de leituras e estudos de Teosofia e Filosofias orientais, desde a adolescência.
Aliás, no meu parecer, a Espiritualidade só desabrocha plenamente quando bem sedimentada pelo estudo.
Todo buscador sincero é um aprendiz eterno, sempre passível de rever suas opiniões. Para tal, é preciso estudar e estar aberto ao novo.
As práticas ligadas aos estados alterados de consciência podem levar a perigosa trilha do encantamento sem sentido. Ali a pessoa se deslumbra com planos dimensionais tão maravilhosos que se perde num círculo incansável de labirintos sem significado, esquecendo o objetivo primeiro de se acessar esses mundos, que é o autoconhecimento à serviço da sua evolução espiritual.
Fenômenos sobrenaturais soltos são uma distração aprisionadora. Um lazer inútil que só serve para embotar a Consciência do Eu Sou.

A Ayahuasca pode suprir com assombrosa eficiência essa tarefa do autoconhecimento, que é a principal ferramenta à serviço da evolução espiritual.
No autoconhecimento está o cerne da Espiritualidade verdadeira. Para isso é necessário que exista um direcionamento nesse sentido.
A Ayahuasca é capaz de, em conexão com as nossas Mentes Superiores, descortinar a profundidade do Ser na sua mais oculta intimidade, revelando situações passadas, ancorando valores que nos ajudam a fazer escolhas e tomar atitudes no presente, mais apropriadas a nossa realidade não transitória.
Afinal, superar com bom entendimento os sofrimentos que encontramos pelo caminho e buscar a felicidade que não se desfaz na finitude das ilusões materiais, parecem ser os objetivos básicos do nosso dia a dia.

A Espiritualidade não apenas devocional perante a Mente Criadora Universal, mas especialmente pedagógica, nos permite alargar um pouco mais a perspectiva do estágio em que nos encontramos, oferecendo como objetivo sairmos daqui mais conscientes do nosso Eu Sou e numa situação bem melhor do que como aqui chegamos.

quarta-feira, 17 de maio de 2023

A URGÊNCIA DO MOMENTO ATUAL

As mais diversas Linhas de prática Espiritual são unânimes em admitir que estão cientes da gravidade da situação que o nosso Planeta atravessa no momento atual e as provas que nossa humanidade tem a superar. 
O empenho e correto direcionamento no Trabalho de autoconhecimento com a Ayahuasca é um dos mais valiosos instrumentos facilitadores para a clareza na conscientização do nosso propósito individual de vida, do nosso papel na Terra e como podemos contribuir e nos alinhar dentro desse gigantesco processo de transição no qual se integra a nossa Egrégora, junto a Sagrada Hierarquia.  
O respeito ao livre-arbítrio alheio nos impede de fazer proselitismo, convidando pessoas a conhecer essa maravilhosamente única Planta Mestra que é a Ayahuasca/Daime. Por esse zelo pela liberdade de escolha, tampouco utilizamos o recurso de oferecer algum ritual que sele um compromisso de pertencimento que, muitas vezes, tenta obrigar e impor uma participação que, ocasionalmente, possa já não se realizar de bom grado. No entanto, dada a urgência de uma tomada de posição bem séria perante o compromisso encarnatório – que não é optativo, mas implica na própria conscientização Espiritual do momento atual, não basta que a pessoa sinta afinidade pela Ayahuasca e, na falta de alguma distração inadiável, de vez em quando se conceda participar de uma Jornada para “ ver como estão as coisas ”. 
Quem sente, ou alguma vez sentiu, o apelo do seu Eu Superior para uma conexão mais forte e perene com a Fonte Criadora, deveria estar atento e priorizar esse encontro consigo mesmo que a Ayahuasca proporciona. Afinal, se ver sem disfarces é a coisa mais importante que podemos fazer por nós mesmos. Um passo essencial que ninguém pode dar por nós, porém mais forte quando dado em grupo e sob direcionamento. 
Como qualquer Trabalho voltado para o autoconhecimento, trata-se de uma Escola que, em progressão, vai nos mostrando caminhos, aferindo o nosso aproveitamento no cotidiano e fornecendo novas tarefas e desafios que 
impulsionam o nosso crescimento. 
Menciono a Ayahuasca por ser a nossa Linha de Trabalho, mas isso vale para qualquer prática Espiritual coletiva que nos conecte com a Luz Maior e todos os Seres Ascencionados e Divinos que a Seu serviço se encontram. 


A Luz Maior capaz de nos indicar sempre as melhores escolhas que nos livram de descaminhos dolorosos. Importante é que cada um, pela falta de conexão, não acabe deixando que essa Chama de apague, anestesiado no desenrolar do dia-a-dia funcional com suas necessidades e projetos do plano material. 
O tempo de uma encarnação passa muito rápido, cada minuto é valioso e, partindo daqui desse plano, há contas a prestar sobre a oportunidade recebida.

quarta-feira, 26 de abril de 2023

A QUEDA DOS ÍDOLOS

A recente ocorrência com o Dalai Lama veio alavancar mais um prenúncio de uma Espiritualidade Independente, desnudando a necessidade de queda de uma particularidade recorrente em todas as religiões estabelecidas: a imunidade ética, o endeusamento e a autoridade inquestionável de líderes religiosos/espirituais. 
Sem julgar ou pretender analisar a atitude do Dalai Lama, o fato e as reações que deflagrou desnudou atributos que, até então, pensávamos ausentes, pelo menos no Budismo: disputas, autoritarismo, ganância, corrupção, culto a personalidade, intocabilidade sacerdotal. Os opostos pontos de vista defendidos pelas diversas linhagens do Budismo evidenciaram a ruptura que se torna evidente e urgente, demolindo dogmas religiosos de pequenez egóica, muitas vezes escandalosa. 
Finalmente estamos adentrando um novo tempo em que as máscaras da idolatria vão ruindo e os buscadores sinceros da Espiritualidade começam a vislumbrar o seu caminho individual, na intimidade Sagrada do seu Ser, assumindo total responsabilidade pelas suas ações, para não precisar se submeter a manipulação autoritária de egos fantasiosos e vaidosos, auto-proclamados “iluminados” ou poderosos “escolhidos” como mediadores entre nós e a Divindade. 

 

 


 

A Iluminação Espiritual é uma conquista igualitária, árdua e individual, que não se baseia em pistolões e atalhos. Constatações lúcidas e decepções, tropeços e aprendizados demonstram que nossa graduação na Escola Terra ocorre passo a passo e prescinde de muletas e auxílios de quem, muitas vezes, dá maus exemplos na sua vida cotidiana, tendo pouco a apresentar nos quesitos coerência e evolução espiritual. 
Todo esse discurso, para exortar aqueles que atuam em algum tipo de condução de buscadores que, em grupo, praticam e estudam qualquer vertente da Espiritualidade, para que, em primeiro lugar e incessantemente estudem. 
Na Terra a nossa Jornada é dinâmica e, a cada dia, somos agraciados com o frescor do aprendizado. Sempre evitando a estagnação das verdades dogmáticas. O respeito pela liberdade do livre-arbítrio de cada um é primordial. Num mundo em mutação, só podemos assumir compromissos perante a nossa própria consciência. Portanto, manter o senso crítico é salutar sinal de lucidez e honestidade. 
Jamais exigir que se firmem compromissos que só são admissíveis perante a própria consciência, sem clamar por pompas. Sempre conscientes de que somos uma humanidade ainda muito imatura que pouco nos diferenciamos uns dos outros. 
Deve-se evitar todo tipo de subserviência que busca proximidade e intimidade que extrapolam uma admiração restrita e condicional. Em se tratando de guru, padrinho, madrinha, pai ou mãe de santo, pastor, padre ... não aprisionar, seduzindo a pessoa através de um pretenso “poder” espiritual. No decorrer da História tivemos inúmeros Mestres e Guias espirituais que muito nos auxiliaram e legaram valiosos ensinamentos. A eles somos infinitamente gratos. 
No limiar desta nova era já não cabe mais que isso se estenda a uma tendência de se idolatrar quem quer que seja, como Ser infalível, cuja pretensa superioridade não se comprova na sua trajetória de vida. 
Na qualidade de seguidor, não se orgulhar de amizade privilegiada ou tentar estar próximo, ser íntimo do comando, se deixando aprisionar. Muitas vezes até delegando a responsabilidade das suas escolhas ou decisões, aos conselhos de alguém que, na maioria das vezes, não está minimamente interessado na sua vida e seus sentimentos. Visa apenas garantir a sua própria subsistência ou alimentar a sua vaidosa liderança. Felizmente muitos já estão atentos para essa irreversível mudança de paradigma, abandonando qualquer tipo de dependência pretensamente Espiritual que não passa de distração, para se expandir livremente nesse infinito manancial de livres saberes e livres práticas, tomando o seu cetro de comando soberano e responsabilidade pelo próprio destino numa Nova Conscência.

sábado, 11 de fevereiro de 2023

HONRANDO OS NOSSOS ANIMAIS DE PODER

Um Totem Animal é a representação do arquétipo do modelo daquela inteligência grupal, do respectivo Ser simbólico que mantém as características instintivas de uma determinada espécie. Faz parte da nossa relação de equilíbrio, amor e gratidão perante os Reinos da nossa Mãe Terra.

Na tradição xamânica honrando-se um Totem, estamos honrando como guias e aliados, a essência da sua energia primitiva e não contaminada pela civilização. Daí que Animais de Poder mantem sempre a pureza da sua natureza selvagem e jamais serão animais domésticos. Tampouco são animais físicos ou que já viveram, já que estes são apenas a forma exterior do grande Espirito daquela espécie.

Uma vez descoberto o nosso Totem animal e à medida que nos familiarizamos com sua linguagem e mistérios, através de um processo de fusão, podemos recorrer a sua energia e trabalhar com ele sempre que necessário.
Como não são energias externas, porém inerentes ao nosso próprio Ser, essa relação se torna tão íntima que não é raro acontecer de nos transformarmos no próprio animal mítico.
O Totem animal não é escolhido por nós. Ele é que nos escolhe, de acordo com o tipo de energia que precisamos acessar. Pode se apresentar através de uma visão, de um sonho, ou se manifestar através da própria sensação de assumirmos a sua forma.
Nas viagens que são chamadas “vôos extáticos”, assumimos os dons do Totem e, ao mesmo tempo, somos por ele protegidos e orientados não verbalmente.
Contamos com um Totem principal - e ele é inconfundível. Ainda assim é possível se ter mais de um Animal de Poder como aliado, quando há necessidade de se desenvolver e trabalhar com diversas habilidades.
Ele mesmo lhe mostrará os seus atributos particulares e como utilizá-los, nunca deixando de expressar nosso respeito e gratidão.
Os clãs dos Animais de Poder estão integrados nos quatro elementos da Natureza, com pequenas variações entre as diversas linhagens xamânicas.


No Céu da Águia Dourada, uma vez ligados a uma raiz xamânica proveniente da nossa Aliada de Poder que é a própria Ayahuasca, celebramos essa prática. No entanto, à partir da perspectiva do Projeto Nova Terra, no qual estamos inseridos, temos consciência de que essa vertente contempla atividades que se limitam ao plano astral – portanto, da quarta dimensão – e não assume papel primordial com respeito aos nossos propósitos.