ÁGUIA DOURADA

ÁGUIA  DOURADA

Todas as matérias podem ser veiculadas, desde que citada a fonte.

sábado, 24 de maio de 2014

IMPLANTANDO A NOVA CONSCIÊNCIA

Segundo o fisiologista inglês Rupert Sheldrake campos mórfogenéticos são estruturas invisíveis que se estendem no espaço-tempo,   moldando forma e  comportamento de todos os sistemas do mundo material. Todo átomo ou célula gera um campo organizador  que afeta todas as unidades desse tipo. Assim, sempre que um membro de uma determinada espécie aprende e repete um comportamento, o campo é modificado e essa modificação afeta toda a espécie, mesmo que não haja contato entre seus membros.
Cada espécie viva está cercada por um campo energético que contém uma memória aos demais desta espécie. Esses campos são o meio pelo qual os hábitos de cada espécie se formam, se mantém e se repetem. Sheldrake denominou “ressonância magnética” o processo através do qual essas informações se propagam e sedimentam a memória coletiva – na espécie humana conhecida como inconsciente coletivo.
Segundo Sheldrake, “ Quando uma nova substância química é sintetizada em laboratório, não existe precedente que determine a sua forma de cristalização. Quando uma forma se efetiva, um novo campo mórfico passa a existir e, à partir de então, a ressonância mórfica gerada pelos primeiros cristais faz com que a ocorrência do mesmo padrão de cristalização se torne mais provável, em qualquer laboratório do mundo. Quanto mais vezes esse padrão se efetivar, maior será a probabilidade de que se repita em experimentos futuros."
A ressonância mórfica tende a reforçar todo padrão repetitivo, seja ele bom ou mal e, segundo essa teoria, seria mais fácil aprender o que outras pessoas já aprenderam. 

Essa modelagem fornece uma espécie de roteiro básico ou matriz para a ativação ou inativação de determinados genes.
Como todo inovador da Ciência, Dr. Sheldrake foi divinizado e demonizado no meio científico. Importante é que essa teoria vem sendo assimilada pelas mentes abertas voltadas para a Nova Consciência.
Concomitantemente, a Física quântica, à medida que foi dividindo o átomo em partículas cada vez menores, deparou-se com a realidade do seu comportamento em relação ao observador e do imenso espaço entre elas. Ou seja, desde que Heisenberg formulou o princípio da Incerteza, no inicio do século xx , sabe-se que o ato da simples  intenção do observador afeta diretamente o comportamento e a existência dessas partículas elementares. Experiências demonstraram que, se uma partícula é dividida em duas e uma delas é forçada a mudar de direção ou girar, a outra parte automaticamente apresenta o mesmo comportamento. Confirmando essa descoberta, o físico John Bell propôs o teorema que leva seu nome, segundo o qual  as entidades atômicas, uma vez conectadas, assim permanecem. As atuais teorias sobre supercordas e hiperespaço enxergam um Universo que inclui multidimensões, reduzindo a matéria a cordões de energia que atuam no campo quântico.
Isso significa que todas as coisas e habitantes do planeta se interligam através de uma teia de relações de emergia. O “somos todos um”, incansàvelmente repetido pelos místicos da Nova Era, tem fundamento e não é um apelo vazio baseado em crendice fanática.
Conforme se sabe, o próprio projeto homo sapiens sapiens foi resultado de uma implantação genética sem elo com as espécies precedentes e, ao que tudo indica, parece já ter cumprido o seu papel, pois a humanidade chegou ao impasse onde a dicotomia entre inteligência tecnológica e inteligência espiritual está ameaçando a própria Vida do planeta e da espécie.
O pequeno setor auto-consciente da humanidade (aqueles que no seu cotidiano ultrapassam as necessidades básicas de dormir, acasalar e trabalhar para se alimentar), move-se em busca de um diferencial capaz de implantar no aqui e agora uma Nova Consciência.
Neste contexto, citam-se relatos sobre a presença de crianças índigo e fala-se em alteração no DNA.
Da mesma forma que o homem de Neandertal foi, durante algum tempo, contemporâneo do homo sapiens, é provável que a atual e ainda majoritária espécie conviva com a que está sendo projetada e introduzida.


Partindo do principio de que tudo na Natureza cumpre um propósito e considerando todo o acima exposto, não é nem um pouco utópica a pretensão de que se tome individualmente a tarefa de se efetuar uma transformação de tal magnitude, capaz de alterar nossa vibração.
Anulando os traços reptilianos do nosso DNA, poderemos gerar uma estrutura orgânica compatível com uma mentalidade menos feroz e mais solidária.
No genoma reside a fábrica de proteínas responsável pelo trabalho químico, estrutural e regulador dos corpos e do nosso comportamento. Toda a selvageria e destruição na marcação de território, matando para comer, para ter, para competir, para dominar, todo esse desequilíbrio doente, pertencem a um DNA que já não terá mais serventia na Era que se pretende implantar.
É esse genoma que deve ser alterado, através de disciplinado Trabalho individual, voltado para o auto-conhecimento. É esse genoma que precisa ser alterado, para gerar e receber os seres de uma evolução superior que estão encarnando

Todas essas teorias científicas aqui abordadas servem para nos encorajar a empreender tal tarefa. Somos capazes de promover tal mudança e, desta vez, já galgamos o nível de  maturidade espiritual suficiente para não precisar esperar pela intervenção Divina.
A Escola da Águia Dourada está, como tantas outras, alinhada com essa missão.

A Nova Consciência está ao alcance de quem quiser participar desse Projeto e dela usufruir, ainda em vida aqui na Terra. Podemos nos afetar e transformar – nós e nosso meio mais próximo, formando verdadeiras cápsulas de paz, bem-estar, amor e discernimento.